segunda-feira, 21 de dezembro de 2009



Ausência de Deus...

Um professor ateu desafiou seus alunos com esta pergunta:
- Deus fez tudo o que existe?
Um estudante respondeu corajosamente:
- "Sim, fez!"
- Deus fez tudo, mesmo?
- Sim, professor - respondeu o jovem.
O professor replicou:
- Se Deus fez todas as coisas, então Deus fez o mal, pois o mal existe, e considerando-se que nossas acções são um reflexo de nós mesmos, então Deus é mal.
O estudante calou-se diante de tal resposta e o professor, feliz, se vangloriava de haver provado uma vez mais que a Fé era um mito.Outro estudante levantou sua mão e disse:
- Posso lhe fazer uma pergunta, professor?
Sem dúvida, respondeu-lhe o professor.
O jovem ficou de pé e perguntou:
- Professor, o frio existe?
- Mas que pergunta é essa? Claro que existe, você por acaso nunca sentiu frio?
O rapaz respondeu:
- Na verdade, professor, o frio não existe. Segundo as leis da Física, o que consideramos frio, na realidade é ausência de calor. Todo corpo ou objecto pode ser estudado quando tem ou transmite energia, mas é o calor e não o frio que faz com que tal corpo tenha ou transmita energia. O zero absoluto é a ausência total e absoluta de calor, todos os corpos ficam inertes, incapazes de reagir, mas o frio não existe. Criamos esse termo para descrever como nos sentimos quando nos falta o calor.
- E a escuridão, existe? - continuou o estudante.
O professor respondeu:
- Mas é claro que sim.
O estudante respondeu:
- Novamente o senhor se engana, a escuridão tampouco existe. A escuridão é na verdade a ausência de luz. Podemos estudar a luz, mas a escuridão não. O prisma de Newton decompõe a luz branca nas varias cores de que se compõe, com seus diferentes comprimentos de onda. A escuridão não. Um simples raio de luz rasga as trevas e ilumina a superfície que a luz toca.Como se faz para determinar quão escuro está um determinado local do espaço? Apenas com base na quantidade de luz presente nesse local, não é mesmo? Escuridão é um termo que o homem criou para descrever o que acontece quando não há luz presente.
Finalmente, o jovem estudante perguntou ao professor:
- Diga, professor, o mal existe?
Ele respondeu:- Claro que existe. Como eu disse no início da aula, vemos roubos, crimes e violência diariamente em todas as partes do mundo, essas coisas são o mal.Então o estudante respondeu:
- O mal não existe, professor, ou ao menos não existe por si só. O mal é simplesmente a ausência de Deus. É, como nos casos anteriores, um termo que o homem criou para descrever essa ausência de Deus. Deus não criou o mal. Não é como a Fé ou o Amor, que existem como existe a Luz e o Calor. O mal resulta de que a humanidade não tenha Deus presente em seus corações. É como o frio que surge quando não há calor, ou a escuridão que acontece quando não há luz."

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Se o Senhor...

Se o Senhor não construir a casa os pedreiro trabalham em vão. Se o Senhor não Protege a cidade, o trabalho dos guardas é completamente inútil. Sl 127:1 versão bíblia Viva.

Não posso me calar diante das coisas que tenho visto e ouvido. At 4:30. O que eu vi neste versículo me chamou muito a atenção. Costumo procurar muitas vezes alguns comentário de altores sobre os versículos que estudo. Com este isto não acontceu. Olho pra esse versículo de uma forma pessoal. Se minha vida não estiver com a base firme na rocha que é Cristo Jesus de nada adianta eu continuar lutando dia e noite contra meu velho homem e minhas vontades, em vão estou trabalhando. Se a minha vida não esta também da mesma forma nas mão do Senhor, sob o domínio da sua vontade, inútil eu sou pois cada dia quero que minha vida seja um testemunho vivo. Deixando com que Ele seja o guia, de forma que todas as coisas se revelem a mim através dele. A palavra ainda me mostra que não estou pronto agora que Jesus é o meu Senhor e Salvador, que os problemas acabaram ou que devo esperar com que as coisas caiam do céu. As difículdades tendem a aparecer para que eu seja perserverante e cada dia busque a face do Senhor. O SENHOR é o meu rochedo, e o meu lugar forte, e o meu libertador; o meu Deus, a minha fortaleza, em quem confio; o meu escudo, a força da minha salvação, e o meu alto refúgio. Sl 18:2. Minha Base e meu Refúgio (não esconderijo, mas sim lugar seguro).

quinta-feira, 19 de novembro de 2009


Submeter nossos planos a Deus.

Agora, prestai atenção, vós que aclamais: “Hoje ou amanhã iremos a tal cidade, lá nos estabeleceremos por um ano, negociaremos e obteremos grande lucro”. Contudo, vós não tendes o poder de saber o que acontecerá no dia de amanhã. Que é a vossa vida? Sois, simplesmene, como a neblina que aparece por algum tempo e logo se dissipa. Em vez disso, devíeis afimar: “Se o Senhor quiser, viveremos e faremos isto ou aquilo”. Entretanto, estais agora vos orgulhando das vossas capacidades. E toda vanglória como essa é maligna. Refleti sobre isso, pois: Quem sabe que deve fazer o bem e não o faz, comete pecado. Tiago 4: 14-15

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

O Caminho do Discípulo!

Discípulo de Jesus é aquele que não se lamenta pelo caminho, mas chora na surdina, quieto, no silêncio. Um incompreendido por este mundo uma pessoa sem pátria sem família. Um filho da solidão. Um fazedor de tendas. Que não tem onde morar, no entanto constrói para os outros. Um homem que contém os sentimentos. Uma pessoa aparentemente sem alma. Desapegado. Para muitos um Zé ninguém, um coitado. Nas palavras de Jesus: “As raposas e as tem os seus covis, mas o filho do homem não tem onde reclinar a cabeça”.

Ser discípulo e ser discipulado. O discípulo não é refinado nos elogios, e nas mesas bem postas pelas comunidades diante dele, mas no fogo, no arder da trincheira da vida.
O discípulo não tem vontade própria, mas a vontade dele é fazer a vontade de Deus que está nos céus. O alimento do discípulo é a oração e o jejum. O alimento do discípulo, não é o que entra pela boca e vai parar no estomago, mas o que entra pelas suas orelhas, e vai parar no coração.
O discípulo não ganha e nem recebe pelo seu fazer, mas faz para os outros receberem. O discípulo não tem tempo de pensar em si, mas apenas pensa nas coisas do alto, e ajuntado os outros.
O discípulo nega-se a si e ao mundo, nega a fama e o afame, e se torna um infame para este mundo por que não o desfruta como todos. Não se deleita com os manjares dos homens, mas “come da migalhas que caem da mesa de seus donos”, é isto mesmo, um cão.
O discípulo vê no desapego o apego as coisa do Reino que não é seu reino, mas sua herança. O discípulo não espera a volta de Cristo, para ele Jesus já voltou é está morando em seu peito agora.
O discípulo faz dos barulhos das folhas da bíblia a sua música. E não canta nada além do que a palavra o fala, não fala nada além do que a palavra canta.
O discípulo não tem boca, mas ouvidos. Ouvidos que falam e bocas que escutam.
O discípulo sabe do seu fim, mas sabe que o fim é o encontro. Isto por que ele já encontrou o caminho e o caminho lhe situou neste mundo. Ele sabe que o discípulo nada leva deste mundo, mas é levado. Quem o leva não é por que o odeia, mas o leva porque o ama. O pecado o mata, mas o Espírito o vivifica. O pecado o mata, mas Cristo o ressuscita. A boa-nova o mata, porque é boa-nova. A boa nova o mata para tirar da má-velha.
O discípulo não tem sorte, ele tem a Cruz. O discípulo não tem sorte ele tem o presente dá fé. O discípulo não tem sorte ele tem esperança. “Ora a esperança não confundo porque o amor de Deus é derramado em nossos corações pelo Espírito que nos foi dado”.
O discípulo não dá sua palavra porque, o coitado não tem, ele só tem a boa-nova. O discípulo não olha, ele reflete aquele que é refletido nele.

Ele não aponta ele o faz. Faz porque aponta. Aponta e faz porque aponta e faz o que aponta.
Não tem nada, nem identidade. É tão sem identidade que é comparado as coisas daqui. Como: sal, luz, ovelha.....
É tão forte que é visto como fraco. É tão maluco que a morte é esperada com alegria. É um atleta e nunca participou de uma olimpíada, nem poderia porque não tem condicionamento para isto e nem tem tempo para isto, mas é chamado “mais do que vencedor”. Isto porque outro venceu por ele. Barbaridade! Não dá pra entender. Não sei, só sei que é assim.

Ah! Não sei ser discípulo é meio monótono, vou fazer outra coisa é mais emocionante...

Nele, Fleck

Volta Jesus.

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Alegria e paz em crer... Parte II
Você está viajando em um avião, saboreando seu café, beliscando um biscoitinho e assistindo um filme. O vôo está ótimo, muito agradável mesmo, quando, repentinamente, se ouve: "Aqui quem fala é o comandante. Tenho um comunicado a todos. Como a cauda desta aeronave acabou de partir-se, nós vamos cair. É uma queda de 25.000 pés. Há um pára-quedas sob sua poltrona. Por gentileza, coloque-o agora. Obrigado por sua atenção e preferência." Você diz: "O que? 25.000 pés!? Caramba, que felicidade estar de pára-quedas!" Aí, você olha e vê o cara ao lado beliscando um biscoitinho, tomando um cafezinho e assistindo um filminho e diz: "Com licença, você não ouviu o comandante? Coloque o pára-quedas." Ele vira para você e diz: "Ah, não acho que o comandante se expressou direito. Além do mais, estou muito feliz assim. Obrigado." Agora, não vá se virar para ele de maneira sinceramente zelosa e dizer: "Oh, por favor, coloque o pára-quedas. Será melhor que o seu filme." Isso não faz sentido! Se você lhe disser que o pára-quedas, de alguma forma, vai melhorar o seu vôo, ele vai colocá-lo pelo motivo errado. Se quiser que ele coloque o pára-quedas e continue com ele, avise-o sobre o salto. Vire-se para ele e diga: "Com licença. Ignore o comandante se quiser, salte sem o pára-quedas. Ploooooft no chão!" Ele diz: "Opa! Como é que você disse?" "Eu disse que se você pular sem um pára-quedas, ploft no chão. Lei da Gravidade, lembra!?" "Puxa vida! Agora entendi. Obrigado mesmo!" E enquanto este homem tiver o conhecimento de que terá que saltar pela porta e enfrentar as conseqüências da Lei da Gravidade, ninguém conseguirá arrancar-lhe o pára-quedas, pois sua vida depende disso.
Agora, se olharmos à nossa volta, veremos vários passageiros aproveitando o vôo. Eles estão desfrutando dos prazeres do pecado por algum tempo. Chegue a essas pessoas e diga: "Com licença. Você ouviu a ordem do comandante sobre a salvação? ‘Coloque o pára-quedas de Cristo.’" A pessoa se vira para você e diz: "Ah! Eu não acho que seja isso que Deus está querendo dizer. Deus é amor. Além do mais, eu estou bem feliz assim como estou. Obrigado." Não vá se virar de maneira zelosa, mas sem conhecimento, e dizer-lhe: "Por favor, coloque o pára-quedas de Jesus Cristo. Ele te dará amor, alegria, paz, realização pessoal e felicidade sem fim. Você tem um vazio em seu coração que só Deus pode preencher. Se você tiver problemas no casamento, com drogas, álcool, só o que você precisa fazer é entregar o seu coração a Jesus." Não. Se fizer isso, você estará dando a essa pessoa o motivo errado para o seu compromisso com Cristo. Ao invés disso, diga: "Deus, dê-me coragem!" e avise sobre o salto. Só é preciso dizer: "Hei, está determinado às pessoas morrer uma só vez. Se você morrer com seus pecados, Deus será forçado a fazer-lhe justiça – e o julgamento do Senhor será completo. Pois, de Toda palavra frívola que as pessoas proferirem, prestarão contas no Dia do Julgamento; Assim, se você alguma vez cobiçou alguém sexualmente, praticou adultério em seu coração. Se, alguma vez na vida, sentiu ódio por alguém, você matou a pessoa em seu coração. Jesus alertou que a justiça será completa – o punho cerrado da ira eterna virá sobre você (PLOFT!), transformando-o em pó!
Texto: "O maior segredo do diabo" - Ray Confort
http://voltemosaoevangelho.blogspot.com/

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Alegria e paz em crer...

Dois homens estão sentados em um avião. Ao primeiro é dado um pára-quedas e é orientado a colocá-lo, pois, o pára-quedas melhoraria a qualidade do seu vôo. Ele fica um tanto cético no início porque não consegue ver como o fato de usar um pára-quedas em um avião poderia melhorar a qualidade de seu vôo. Porém, depois de certo tempo, ele decide experimentar para ver se o que lhe havia sido dito era mesmo verdade. Então, quando ele coloca o pára-quedas, ele nota o peso sobre seus ombros e descobre que tem dificuldade para sentar-se direito. Mesmo assim, não tira o pára-quedas de imediato, pois se consola com o fato de que lhe foi dito que o pára-quedas melhoraria o seu vôo. Assim, ele decide dar um tempinho para ver se a tal coisa funciona mesmo. Enquanto espera, percebe que alguns dos outros passageiros estão rindo dele, pelo fato de ele estar usando um pára-quedas em pleno vôo. Ele começa a sentir-se um tanto humilhado. Quando os outros passageiros começam a apontar e rir dele, ele não agüenta mais! Então, encolhe-se em sua poltrona e arranca o pára-quedas, jogando-o ao chão. Desilusão e amargura preenchem o seu coração, pois, pelo que parece, contaram-lhe uma mentira absurda!

O segundo homem também recebe um pára-quedas, mas escutem só o que lhe é dito: “Coloque este pára-quedas, pois a qualquer momento você terá que saltar deste avião e nós estamos a 25.000 pés de altura.” Ele fica muito agradecido e coloca logo o pára-quedas; Nem percebe o peso do objeto sobre seus ombros, muito menos se incomoda com o fato de que não consegue sentar-se direito, pois sua mente está consumida pelo pensamento do que aconteceria se saltasse sem o pára-quedas.

Vamos analisar o motivo e o resultado da experiência de cada um dos passageiros. O motivo do primeiro homem para colocar o pára-quedas foi apenas para melhorar a qualidade de sua viagem. O resultado da experiência foi que ele se sentiu humilhado pelos passageiros, ficou desiludido e bastante amargurado em relação àqueles que lhe deram o pára-quedas. Ele precisará de um longo tempo para recuperar-se da experiência e, possivelmente, nunca mais vai aceitar uma coisa daquelas novamente. O segundo homem colocou o pára-quedas simplesmente para escapar do salto para morte e, devido ao conhecimento do que aconteceria se saltasse despreparado, ele tem uma profunda alegria e paz no coração, pois sabe que será salvo de uma morte certa e terrível. Tal conhecimento dá-lhe a habilidade de suportar o escárnio dos outros passageiros. Sua atitude em relação a quem lhe ofereceu o pára-quedas é de profunda gratidão.


O segundo passageiro tinha alegria e paz no coração? Era porque ele sabia que o pára-quedas ia salvá-lo da morte certa. E como crente, como Paulo diz, eu tenho “alegria e paz em crer” (Romanos 15:13), porque sei que a justiça de Cristo me livrará da ira vindoura.


Agora, com esses pensamentos em mente, vamos analisar com cuidado um incidente a bordo do avião. Aparece uma aeromoça novata. Ela carrega uma bandeja com café fervendo. É o seu primeiro dia de trabalho. Ela quer que este dia fique marcado na mente dos passageiros, e consegue seu intento, pois conforme está andando pelo corredor, tropeça e despeja café quente no colo do nosso segundo passageiro. Qual a reação dele ao sentir o líquido fervente queimar a sua pele? Será que ele grita: “Aaaaaii! Que dor!”? Sim, ele sente a dor. Mas será que arranca o pára-quedas e o joga ao chão? Será que ele esbraveja dizendo: “Droga de pára-quedas!”? Não. Por que ele faria isso? Ele não colocou o pára-quedas para melhorar a qualidade de seu vôo. Ele colocou para salvá-lo da morte certa. Por isso, o incidente faz com que se agarre ainda com mais força ao pára-quedas e mal consiga esperar a hora de saltar.

Então, se “colocarmos” o Senhor Jesus pelo motivo correto, isto é, para escapar da ira vindoura, quando vier a tribulação, quando o vôo ficar turbulento, nós não ficaremos com raiva de Deus e nem perderemos nossa paz e alegria. Por que faríamos isto? Não aceitamos Jesus para melhorar nosso estilo de vida: nós o aceitamos para fugir da ira vindoura. Portanto, ao invés de nos levar à ira, a tribulação conduz o verdadeiro crente para mais perto do Salvador. Infelizmente, temos literalmente multidões de pessoas que se professam Cristãos, mas que perdem sua alegria e paz quando o vôo fica turbulento. Por quê? Porque são produto de um evangelho humanista. Estes crentes vêm a Jesus sem arrependimento, sem o qual não há salvação.
Texto: "O maior segredo do diabo" - Ray Confort

quinta-feira, 21 de maio de 2009



E há mais alguma coisinha que Ele te promete: (2) "Posso multiplicar suas poucas forças". Se ainda resta um pinguinho de força aí dentro, o Pai lhe promete que poderá multiplicar essas forças! Não importa qual multiplicador Ele usará, mas você pode ter a certeza de que você sairá mais fortalecido dessa provação. Abra seu coração para Deus e permita que Ele intensifique suas forças! Não desista querido, o Senhor é contigo!


Deus te abençoe!